Página Alma Pampeana


* Cavalo de borracho sabe onde o bolicho da sombra.
* Marido de parteira dorme do lado da parede.
* Cavalo bom e homem valente a gente só conhece na chegada.
* Quem faz o cavalo é o dono.
* Mulher, arma a cavalo de andar, nada de emprestar.
* Pata da galinha nunca matou pinto.

DICIONÁRIO GAÚCHO

 * BANCAR NAS RÉDEAS, expr. Parar repentinamente o cavalo pela ação das rédeas.Também se banca nas rédeas para mudar de direção, com violência, para a direita ou para a esquerda, ou para contornar um obstáculo.
* BAMBÁ, s. Espécie de jogo, por meio de quatro metades de caroço de pêssego, comum entre os campeiros. É semelhante ao jogo da pena, dos colegiais.
* BALANCIM, s. Porteira constituída de travessas de madeira colocadas verticalmente e ligadas entre si por fios de arame na direção horizontal. Também, peça de ferro ou de madeira, com um gancho em cada extremidade, para atrelagem de animais a carroças e máquinas agrícolas.

LEONEL DE MOURA BRIZOLA
Nascido em Cruzinha pertencia a Passo Fundo depois 1931 Carazinho – RS no dia 22/01/1922, Brizola faleceu em 21 de junho de 2004.
 Filho do lavrador José de Oliveira Brizola, morto de forma bárbara de tocaia (degolado) na Revolução Federalista de 1923, lutando nas tropas de Joaquim Francisco de Assis Brasil, que combatiam os republicanos de Borges de Medeiros e da nonoaiense dona Oniva de Moura Brizola.
Alfabetizado pela sua mãe, começou na escola primária em 1931, em Passo Fundo. Em 1936, matriculou-se no Instituto Agrícola de Viamão, perto de Porto Alegre, formando-se técnico rural em 1939. Nessa época, trabalhou como graxeiro numa refinaria em Gravataí (RS).
Em 1949 formou-se em engenharia civil pela universidade do Rio Grande do Sul.
Em 1945 ingressou no PTB, era simpatizante de Getúlio Vargas. Em 19 de janeiro de 1947, ele foi eleito Deputado estadual. Em 1954 foi eleito Deputado Federal. Em 1955 foi eleito prefeito de Porto Alegre. Sua gestão foi marcada por construção de escolas e melhorias no transporte coletivo. Em 1958 foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Criou a Caixa Econômica Estadual, adquiriu o controle acionário do Banrisul, criou Aços Finos Piratini. Encampou a Companhia Telefônica Rio-Grandense. No setor da educação, construiu 5 032 escolas primárias, 278 escolas técnicas e 131 ginásios e escolas normais.
Considerado o herdeiro político de Getúlio Vargas e de João Goulart, dois ex-presidentes do Brasil, Leonel de Moura Brizola foi um dos mais destacados líderes nacionalistas do país.
Como parlamentar, fez discursos veementes defendendo a implantação da reforma agrária e a distribuição de renda no Brasil. Com a deposição do presidente João Goulart pelos militares, em 1964, Leonel Brizola foi obrigado a se exilar no Uruguai. Somente voltou ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia.
Depois de perder a legenda do PTB, Brizola fundou o PDT, partido pelo qual foi eleito governador do Rio de Janeiro em 1983. Na antiga capital federal, a sua administração foi marcada pela criação de dezenas de Cieps, os centros integrados de educação, copiados por muitos políticos nos anos seguintes.
Cinco anos mais tarde, participou da primeira eleição direta à Presidência da República no Brasil desde o golpe militar de 1964, ficando em terceiro lugar.
No ano seguinte, pela segunda vez, Brizola conquistou o governo do Rio de Janeiro. Com posições firmes em defesa dos produtores nacionais e sempre defendendo restrições ao capital estrangeiro no país, Brizola disputou novamente a Presidência da República em 94, mas a sua participação foi decepcionante, obtendo apenas 3,2% dos votos válidos.
Com a política no sangue, Brizola foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva em 98 e novamente foi derrotado os eleitores brasileiros conduziram Fernando Henrique Cardoso à reeleição. No final de sua carreira, mais duas derrotas: a Prefeitura do Rio de Janeiro (2000) e o Senado (2002).
Brizola morreu aos 82 anos no dia 21 de junho de 2004, de infarto decorrente de complicações infecciosas, no Rio de Janeiro.

ACONTECE

01/02/2015 Início do Curso de Danças de Salão as 20:00 horas no CTG Coxilha do Quero Quero com os Professores Alex e Jaqueline.
Informações maiores: 8810 7553.
 07/02/2015 – Jantar Fandango nas dependências do Galpão do CTG Sangue de Farrapos em Chapecó.
Cardápio: churrasco a moda da casa e acompanhamentos.
Mesa p/ara 04 pessoas R$ 100,00.
Animação: Trio Sintonia.
07/02/2015 – Jantar Fandango com formatura do Curso de Dança de Salão no CTG Potro Sem Dono de Guatambu.
Jantar: 20:30 horas.
Formatura: 21:30 horas.
Animação: Nardel Silva e Grupo,

ACONTECIDO
30 de Janeiro de 1924 nascia na Bossoroca, São Luiz Gonzaga, o pajador Jaime Caetano Braun.

CULINÁRIA GAÚCHA

QUEBRA BICO (10 pessoas)
Este prato foi recolhido da região do Piratiní. Seu nome provém da lenda que conta ter o sapo convidado à cegonha para almoçar em sua casa, tendo servido comida em um prato raso, dificultando ou impossibilitando a cegonha de comer. Esta, por sua vez, vingou-se, retribuindo o convite ao sapo e servindo a comida em um recipiente comprido e fino.
Ingredientes: 3 kg de lingüiçinha; 1 dúzia de ovos; ½ kg dejuntar  cebola; ½ kg de tomate; 1 pimentão; 4 dentes de alho e 1 kg de farinha de mandioca.
Preparação: Tirara pele da lingïça, desmanchar em guisado e colocar a fritar. Depois de bem dourada, juntar todos os temperos picados bem miúdos. Quando estiver bem fritos juntar os ovos e deixar cozinhar no molho com a panela bem tapada, juntando um pouco de sal, se a lingüiça não for bem salgada. Quando os ovos estiverem bem cozidos, misturar a farinha de mandioca, até que fique seco e enfarofado. É um prato Bueno para a madrugada, depois de uma seresta.